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domingo, 21 de fevereiro de 2010

Um rapaz saia com uma rapariga judía e queria casar com ela, mas para isso precisava da autorização do pai. Ao ir a casa dela o pai explicou-lhe:

- Nós somos judeus e temos uma forma peculiar de fazer as coisas. Se te quiseres casar com a minha filha tens que passar uma prova. Toma esta maçã e volta amanhã.

O tipo saiu alucinado de casa. No dia seguinte voltou.

- Muito bem ,disse o pai, que fizeste com a maçã?

- Comi-a. Tinha fome.

O pai replicou:

- Muito mal! Nós judeus descascamos a maçã e com a casca fazemos um delicioso licor. Partimos em duas e damos metade aos pobres e a outra repartimos com a nossa familia. Metade das sementes vendemos no mercado e a outra metade, quando tivermos mais, plantamos. Já viste como somos? Bom, vou-te dar outra oportunidade. Toma este chourição e volta amanhã.

O tipo saiu fodido da cabeça e voltou no dia seguinte.

- Então, que fizeste com o chourição?

- Com o fio fiz uns cordões para os meus sapatos. Com a etiqueta (chapa) fiz uma coisinha para pôr no fio da sua filha. Parti o chourição a meio e em rodelas e metade dei aos pobres e a outra metade reparti com a familia.

- Muito bem! E que fizeste com a pele?

- Com a pele fiz um preservativo e dei uma queca na sua filha. Trago-lhe aqui o leite para fazer um galão!

um rapaz foi a um jantar com os futuros sogros.
A dada altura, já depois de ter comido uma farta feijoada, está ele sentado no sofá quando o cãozito da familia se vem sentar ao seu lado.
De repente , sem contar, o rapaz solta um p.... silêncioso mas muito mal cheiroso.
O rapaz começa a ficar com receio que alguém repare,
A mãe da rapariga sente o cheiro, vira.se para o cão e diz...
-Boby, sai dai...
O rapaz pensa: "Olha, o cão ficou com as culpas. Porreiro... Bem que posso largar outro!"
Dito e feito, o rapaz larga outro peido ainda mais potente.
A senhora sente novamente o cheiro e diz novamente ao cão:
-Boby, sai do sofá!
O rapaz pensa: " Bolas, resulta mesmo bem, vou aproveitar para mandar mais um".
Novo p...., destas vez ainda mais potente e a senhora grita para o cão:
- Boby tu sai mas é dai que ele ainda te mata...

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010


"O tempo pode apagar lembranças de um rosto, um corpo, mas jamais apagará lembranças de pessoas que souberam fazer de pequenos instantes, grandes momentos."

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Amizade e Traição

Traição

Uma loira está preocupada, pois acha que o seu marido está a ter um caso.
Vai até uma loja e compra uma arma.
No dia seguinte, ela volta para casa e encontra o seu marido na cama, com uma ruiva espectacular.
Ela aponta a arma à própria cabeça. O marido salta da cama, implora e suplica para que ela nã se mate.
Aos berros, a loira responde:
Cala-te filho da p... tu és a seguir.

A vela

A beata e piedosa Maria Antónia ia pela rua quando se cruzou com o sacerdote maduro. O padre disse-lhe:

- Bom dia. Por acaso vc não é a Maria Antónia, a quem casei já há dois anos na minha diocese?

Ela respondeu:

- Efectivamente, Padre, sou eu.

O sacerdote perguntou:

- Mas não me lembro de ter baptizado um filho seu. Não teve nenhum?

Ela respondeu:

- Não Padre, ainda não.

O padre disse:

- Bem, na próxima semana viajo para Roma. Por isso se vc quiser, acendo lá uma vela por si e seu marido, para que recebam a bênção de poder ter filhos.

Ela respondeu:

- Oh Padre, muito obrigada, ficamos ambos muito gratos.

Alguns anos mais tarde encontraram-se novamente. O sacerdote ancião perguntou:

- Bom dia Maria Antónia. Como está agora? Já teve filhos?

Ela respondeu:

- Óh, sim Padre, 3 pares de gémeos e mais 4. No total 10!

Disse o padre:

- Bendito seja o Senhor. Que maravilha. E onde está o seu marido?

- Vai a caminho de Roma, a ver se apaga a vela..

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Dialogo das Impressoras

O que uma impressora diz para outra?
Esse papel é teu ou é IMPRESSãO minha!

Paneleiros

Um gay diz ao outro:
- Ai,eu estou tão preocupado com a Sida e tu não estás?
- Ai eu não estou. Uso sempre perservativo só o tiro para fazer amor.

Bebado com Duvidas

Uma velhota resolveu descer uma escadaria com 399 degraus, nisto ela desce o 1º, tropeça e vai rebolando pelos degraus. Nesse momento estava um bêbado a passar e ao ver a senhora diz:
- Eu até segurava, mas pode ser promessa...

Uma partida de golf

Duas mulheres estavam a jogar golf numa manhã de sábado. Uma delas errou a tacada e atingiu um jogador que estava próximo. Quando a bola atingiu o homem, este juntou, de imediato, as suas mãos entre as pernas e ajoelhou-se, gemendo de dor. A mulher correu até ao local e pediu desculpas, explicando que era fisioterapeuta....
- Por favor, deixe-me ajudá-lo. Sou fisioterapeuta e sei como aliviar a dor que está a sentir! Posso fazê-lo sentir-se melhor se me deixar!
- Ummph, oooooh, não..., já vai passar...é só uma questão de minutos- disse o homem, quase sem poder respirar, e continuando em posição fetal com as mãos entre as pernas.
Mas ela insistiu e ele, finalmente, permitiu que esta o ajudasse. Delicadamente, ela afastou as mãos do homem e deitou-o de lado, abrindo-lhe as calças. Colocou a mão por dentro e iniciou uma bela massagem... Após alguns minutos, ela finalmente pergunta:
- Sente-se melhor?
- Melhor? Sinto-me fantástico!! O pior é o meu dedo indicador que continua a doer-me imenso....

Plasticas

A Lili Caneças vai ao médico para fazer um tratamento revolucionário anti-rugas: - A sra. só terá de colocar um parafuso no topo da cabeça escondido no couro cabeludo. Sempre que aparecerem rugas basta girar o parafuso que a sua pele é puxada para cima e as rugas desaparecem. Quer experimentar? - Claro, Dr.! Isso é o máximo! 6 meses depois volta para uma consulta: - Dr. essa técnica do parafuso é óptima, mas apareceram-me estes papos por baixo dos olhos! - Minha Sra. esses papos são os seus seios. E se não deixar esse parafuso quieto daqui a 15 dias vai ter barba !!!!!!!

"Idade de Esquecimentos"

Um casal de 80 anos que começa a ter problemas de memória vai ao médico para serem examinados. Fazem um check-up e o doutor diz aos velhinhos que está tudo normal, mas que seria bom ter um caderninho para anotar as coisas.
À noite, quando os dois estão a ver TV, o velhinho levanta-se e a mulher pergunta:
- Onde vais?
- À cozinha - responde ele.
- Podes-me trazer uma bola de gelado? - pede ela.
- Claro! - responde o marido solícito.
- Não achas que seria bom escrever isso no caderno? - pergunta ela. -
Então! - ironiza o velhinho - Eu vou-me lembrar disso!
Então ela acrescenta:
- Então põe calda de morango por cima. Mas escreve para não esqueceres.
- Eu não me esqueço: queres uma bola de sorvete com calda de morango.
-Ah! Aproveita e coloca um pouco de chantili! - pede a velha - Mas lembra que o médico disse... Escreve isso no caderno.
Irritado, o velhinho exclama:
- Ah, chega! Eu já disse que me vou lembrar!
E em seguida vai para a cozinha. Depois de uns vinte minutos volta com um prato com uma omelete. A mulher olha para o prato e diz:
- Eu não te disse que ias esquecer? Onde está a torrada que te pedi?

"Como dar uma má notícia..."

A meio da madrugada o telefone toca. Nosso amigo levanta-se e atende:
-Tá, Senhor Carlos? Aqui o Arnaldo, caseiro da sua quinta.
- Sim, Arnaldo. A telefonar a estas horas da madrugada!!!Algum problema?
- Ah, eu só tô ligando para avisar que o seu papagaio morreu.
- O papagaio? Morreu? Aquele que ganhou o concurso?
- Sim, esse mesmo.
- Que desgraça! Gastei uma pequena fortuna com esse bicho! E morreu de quê?
- De comer carne estragada.
- Carne estragada? Quem fez essa maldade? Quem lhe deu isso?
- Ninguém. Ele comeu a de um dos cavalos mortos.
- Cavalos mortos! Que cavalos mortos, Arnaldo?
- Aqueles puros-sangue que o senhor tinha tanto carinho! Morreram de tanto puxar a carroça d'água!
- Quê?!!! Que carroça d'água?
- Para apagar o incêndio!
- Mas que incêndio, meu Deus?
- Na sua casa! Uma vela caiu e pegou fogo na cortina!
- Caramba, mas aí tem luz eléctrica!!!! Que vela era essa?
- Do velório!
- QUE VELÓRIO, PORRA????
- Da sua mãe! Ela apareceu aqui sem avisar e eu dei-lhe um tiro, pensando que era um ladrão.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O Diabo

E Deus fez a mulher...

Houve harmonia no paraíso.
O diabo vendo isso resolveu complicar...

Deus deu a mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas
duplas e ressecadas.
Deus deu a mulher seios firmes e bonitos.
O diabo os fez
crescer e cair.

Deus deu a mulher um corpo esbelto e provocante.
O diabo inventou a
celulite e as estrias.

Deus deu a mulher músculos perfeitos.
E o diabo os cobriu com
lipoglicerídios.

Deus deu a mulher uma voz suave, doce e melodiosa.
O diabo a fez falar
demais.

Deus deu a mulher um temperamento dócil.
E o diabo inventou a
TPM.

Deus deu a mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de
salto alto.

Então Deus deu a mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber
o lado de fora.

Deus fez a mulher ficar maravilhosa aos 30, vibrante e gostosa aos 45.
O diabo deu de presente a
menopausa aos 50...

Só pode haver uma explicação para tudo isso:



O diabo é
G A Y!!!!!
 

E A CULPA É DO FUNCIONÁRIO PUBLICO ???????????????

PAGUEMOS:

REFORMAS VITALICIAS DOS PRESIDENTES ......e seus motoristas

REFORMAS DOS POLITICOS AO FIM DE 4 OU 8 ANOS ..... de serviço

SUBSIDIOS DE RENDAS AOS MAGISTRADOS

AJUDAS DE CUSTO AOS POLITICOS EUROPEUS

NÃO IMPORTA:

VELHINHOS SEM DINHEIRO PARA REMEDIOS

REDUÇÃO DOS SALARIOS DOS FUNCIONÁRIOS ..... sem apelo nem agravo

RIDICULO:

"SE FOR NECESSARIO REDUZIR AO MEU SALARIO...." (afirmação de politico, claro)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

O numero , ao lado do numero de identificação do BI

Com grande probabilidade o leitor terá já assistido, no meio de um jantar com amigos, à seguinte discussão. A certa altura alguém se pronuncia sobre o algarismo suplementar que os Bilhetes de Identidade passaram a ter de há uns anos para cá mais ou menos nos seguintes termos: "O algarismo suplementar que se segue ao número do BI indica o número de pessoas em Portugal que têm um nome exactamente igual ao do portador do BI".


Quando confrontado com o absurdo de tal afirmação (por exemplo, o algarismo suplementar do meu BI é 9 e eu posso comprovar que sou a única pessoa no Mundo, não apenas em Portugal, com o nome de Viriato Forum Terrorum ; e que pensar dos casos em que o algarismo é 0?), talvez o interlocutor diga algo do género "Mas eu fui informado por fonte seguríssima de que é assim". Ou talvez prefira mudar de assunto. Uma coisa é certa: não vai mudar de opinião, e na próxima vez em que se falar do assunto lá estará a repetir a mesma afirmação, que depois será eventualmente repetida por novos crentes acríticos e assim sucessivamente. Assistimos assim à geração e propagação oral de uma lenda urbana genuinamente portuguesa, com certeza.


Afinal de contas, o que representa o misterioso algarismo suplementar que se segue ao número do nosso BI? Em primeiro lugar, ele não representa o número de pessoas com o mesmo nome, ou o número de multas de estacionamento que o portador apanhou, ou qualquer outra pueril e disparatada hipótese deste tipo. O algarismo suplementar é (ou seria, se as autoridades portuguesas não tivessem cometido um patético erro matemático!) apenas um algarismo de controle que detecta se o número do BI está correctamente escrito ou não.


Esta história começa nos anos 50, com o nascimento simultâneo, por um lado, da Teoria de Códigos, baseada na Teoria da Informação de Shannon (1948), e por outro da cada vez maior necessidade de tratamento e transmissão em massa de dados de identificação numéricos. Suponha o leitor que é, por exemplo, caixa num supermercado na era pré-leitores ópticos, ou que trabalha numa agência de viagens onde tem de emitir centenas de bilhetes de avião por dia, ou que trabalha numa livraria onde tem de expedir por correio centenas de livros encomendados por dia. Em qualquer destes casos será obrigado a digitar, para cada item em questão (pacote de manteiga, bilhete de avião ou livro) um longo número, talvez com 10 algarismos, que identifica o produto em questão. E tem de o fazer depressa, para que os outros clientes na bicha não se impacientem.


Os seres humanos lidam claramente mal com problemas deste tipo. Escrever diariamente centenas de números com 10 algarismos, sem qualquer padrão aparente, leva inevitavelmente (uma interrupção, uma piada do colega do lado…) a que o operador mais tarde ou mais cedo se engane a escrever um dos números. E as consequências podem ser bastantes desagradáveis: cobrar 20 contos por um pacote de manteiga, emitir um bilhete de avião para a Sibéria em vez de para o Rio, expedir o livro errado. Os custos para corrigir estes erros a posteriori podem, evidentemente, ser muito elevados.


Coloca-se então o seguinte problema: quando se lida sistematicamente com grandes quantidades de números compridos, em que mais tarde ou mais cedo se verificarão erros, há que identificar quais são os erros mais frequentes e encontrar uma forma automática de detectar, assim que o número é escrito, se ele integra erros ou não.


A resposta à primeira pergunta é do domínio da Estatística; sabe-se hoje que mais de 90% dos erros ocorridos na transmissão de dados numéricos são de dois tipos: erros singulares (alteração de um único algarismo, o que levaria por exemplo 2357 a ser escrito como 2358) ou transposições (troca de pares de algarismos adjacentes, como na passagem de 2357 a 2375).


O segundo passo é conceber um algoritmo que detecte, com eficiência 100%, a presença ou ausência destes erros. Se o conseguirmos teremos um mecanismo de detecção de erros com eficiência superior a 90%.


E é aqui que entra a Teoria de Códigos. Existem muitos algoritmos de detecção de erros, com aplicação tecnológica num número infindável de indústrias, assente na ideia básica de aritmética modular, proveniente da Teoria de Números. A ideia é a seguinte: ao número básico em questão acrescenta-se um algarismo suplementar, o algarismo (ou dígito) de controle. Realizando uma operação adequada (e vamos já descrever o que se deve entender por isto) sobre o número original, devemos obter o algarismo de controle. Se isso não acontecer, é porque ocorreu algum erro na escrita do número original.


A ideia de implementar sistemas de identificação com dígitos detectores de erros encontra aplicações quase infindáveis na indústria. É utilizada hoje nos cartões de crédito, nos cheques, na Via Verde, na correspondência postal, nos códigos de barras (UPC-EAN), nos livros (ISBN), nas publicações periódicas (ISSN), etc. Estes sistemas funcionam com variações de pormenor; para dar do seu funcionamento vamos tomar um exemplo: o ISBN (International Standard Book Number), utilizado na identificação de livros.


O ISBN é um número, que em geral aparece nas costas do livro, constituído por 10 algarismos que identificam o livro. Por exemplo, o livro de Hill A first course in coding theory tem o ISBN 0-19-853803-0; o livro de Kato et al. Number Theory I tem o ISBN 0-8218-0863-X (os traços são meramente convencionais). A maneira como o código ISBN funciona é simples: se o número ISBN for


x1x2x3x4x5x6x7x8x9x10,


onde cada xi representa um algarismo, os 9 primeiros algarismos identificam o livro; o 10º algarismo, o dígito de controle, é escolhido por forma a que a soma


x1+2x2+3x3+ … +10x10


seja divisível por 11 (tecnicamente, seja congruente com 0 (mod 11)). O leitor pode convencer-se facilmente de que, se alterar qualquer um dos algarismos (erro singular) ou se trocar dois quaisquer deles (transposição), o resultado já não será divisível por 11. Ou seja, o dígito de controle do ISBN detecta, com eficiência 100%, estes erros!


Apenas duas questões técnicas. Primeiro, porquê exigir que a soma acima seja divisível por 11 e não, por exemplo, por 10? A resposta está na Teoria de Números: estes algoritmos modulares só funcionam se o módulo for um número primo. Ora o nosso sistema de numeração tem base 10; o primo mais próximo de 10 é precisamente 11, o primeiro para o qual o sistema pode funcionar. Esta é também a resposta à segunda questão: o que significa o dígito de controle X? Como o dígito de controle é o complemento para 11 da soma ponderada dos 9 primeiros algarismos, ele pode tomar o valor 10. Para cobrir esta possibilidade introduz-se o caracter X, que tem a valor 10.


Regressemos então ao mistério do BI. Sendo o algarismo suplementar um dígito de controle para detecção de erros, torna-se necessário saber qual o algoritmo utilizado pelo Ministério da Justiça para efectuar esta detecção.


E aqui entra o herói desta história, o Prof. Jorge Picado, da Universidade de Coimbra. A sua curiosidade por esta questão levou-o a pedir os números de BI de algumas dezenas de colegas seus. Introduziu-os num pequeno programa em Pascal que fazia a busca dos vários algortimos num sábado de manhã e foi para casa.


Ao chegar ao seu gabinete, na segunda-feira de manhã, qual não foi o seu espanto ao verificar que… não existia nenhum algoritmo que funcionasse!


Intrigado com este surpreendente resultado, o Prof. Picado teve então uma ideia luminosa. Constatando que o dígito de controle do seu BI era 0, retirou o seu número de BI da lista e pôs o programa a correr. Bingo: em 5 minutos, tinha a resposta. O algoritmo de detecção de erros do Ministério da Justiça é igual ao do ISBN, com ligeiras adaptações: o dígito de controle tem peso 1, o dígito mais à direita do número de BI tem peso 2, o seguinte peso 3, etc. Faça o leitor a experiência com o seu próprio número de BI. Se fizer esta soma o resultado terá de ser múltiplo de 11.


Nesta altura, cerca de 1/11 dos leitores da Ingenium, e cerca de 50% daqueles cujo dígito de controle é 0, estarão a pensar que estou a enganá-los. É que, afinal, fizeram as contas e obtiveram um número que não é divisível por 11. Pelo contrário: é um múltiplo de 11 mais 1! E, afinal, porque é que o Prof. Picado teve de retirar o seu número de BI da lista para descobrir o algoritmo de detecção?


A resposta a estas perguntas é apenas uma, e completamente patética. Como se disse acima, no ISBN (e no BI) o dígito de controle tem de estar entre 0 e 10, para que se possa assegurar resto 0 ao dividir por 11. É essa a razão de ser do caracter alfanumérico X, que vale 10, no dígito de controle do ISBN.


Ora, muito provavelmente alguma mente burocrática da Direcção-Geral dos Registos e Notariado deve ter achado muito desagradável que alguém visse um "X" escrito à frente do seu número de BI, enquanto que outras pessoas tinham apenas um algarismo. Talvez pudesse ser considerado politicamente incorrecto… e a pessoa pudesse pensar que isso teria um significado estranho… talvez cadastro? Ficha no SIS?


Para abreviar: alguém no Ministério da Justiça, na sua reconfortante ignorância matemática sobre códigos, teve a brilhante ideia de substituir o dígito de controle X, quando ocorresse, por 0. Ou seja, quando 0 ocorre como dígito de controle, pode ter na realidade dois valores: 0 ou 10! Ou seja, em metade dos casos em que ocorre o 0 (como no caso do Prof. Picado), esse dígito está errado. Ou seja, o próprio Arquivo de Identificação emite um BI cujo número, se controlado pelo seu algoritmo, estaria errado.


A ignorância pode custar muito caro. Neste caso, custou a inoperância do sistema de detecção de erros que se pretendia implementar! E repare-se que teria sido muito fácil não cometer esta barbaridade: bastava, por exemplo, adoptar como dígito de controle sempre uma letra, digamos as 11 primeiras letras do alfabeto, A a L…

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

confissão

Um jovem vai à igreja confessar-se:
- Padre, eu passei a mão nos seios da minha namorada.
- Foi por cima ou por baixo da blusa dela?
- Foi por cima, padre...
- Da próxima vez passa por baixo, pois a penitência é a mesma.

pobre alma

A meio da noite, o padre passa perto de um cemitério e
leva o maior susto quando escuta:
- Hum, hum, hum!
O padre pára, reza um pai-nosso, faz o sinal da cruz,
enche-se de coragem e pergunta:
- Do que é que essa pobre alma está precisando?
- De Papel higiénico !!

Dormi com o namorado

- Padre, ontem eu dormi com meu namorado.
- Mas isso é pecado, e pecado mortal minha filha.
Reze cinco Pai Nosso, de penitência!
A jovem fica mais algum tempo ajoelhada, pensa um pouco, e depois pergunta:
- Se eu rezar 10 posso dormir com ele hoje de novo?

Soluços...

A freira vai ao médico:
- Doutor, estou com um ataque de soluços horrível.
Não consigo comer, nem dormir,... nada.
- Tenha calma, irmã, que vou examiná-la.
Ele examina-a e diz:
- Irmã, a senhora está grávida!
A freira levanta-se em pânico e sai correndo do consultório.
Uma hora depois o médico recebe um telefonema da madre
superiora do convento:
- Doutor, o que é disse á irmã Carmem?
- Madre superiora, como ela tinha uma forte crise de soluços,
passei-lhe um susto dizendo que estava grávida. Ela parou de soluçar?
- Sim, a irmã Carmem parou de soluçar, mas o padre Paulo
fez as malas e sumiu!!!
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